segunda-feira, 24 de setembro de 2007
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
O casamento do Advogado
Um advogado casou com uma mulher que já havia sido casada oito vezes.
Na noite de núpcias, no quarto do hotel, a noiva disse:
- Por favor meu bem, seja gentil. Ainda sou virgem!
Perplexo, sabendo que ela havia sido casada oito vezes, o noivo pediu a ela que se explicasse.
E ela respondeu:
- Meu 1º marido era Psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo.
- Meu 2º marido era Ginecologista. Ele só queria examinar o local.
- Meu 3º marido era Colecionador de Selos. Ele só queria lamber.
- Meu 4º marido era Gerente de Vendas. Ele dizia que sabia que tinha o produto, mas não sabia como utilizá-lo.
- Meu 5º marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método de utilização.
- Meu 6º marido era Funcionário Público. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha a certeza se era da competência dele.
- Meu 7º marido era Técnico de Informática. Ele dizia que, se estava funcionando, era melhor ele não mexer.
- Meu 8º marido era Analista de Suporte. Depois de dar uma olhada, ele disse que as peças estavam todas perfeitas, mas que não sabia porque o sistema não funcionava.
- Por isso, agora estou casando com um advogado.
- Por que eu? Disse o advogado.
- Porque tenho certeza de que você vai me foder!
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Michel
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quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Cerveja só faz bem se bebida logo, diz estudo
Nível de substâncias que previnem doenças diminui conforme idade da bebida aumenta. É melhor consumir em até 15 dias após a data de fabricação, afirma pesquisa.
Se você quer extrair alguns benefícios à saúde da cervejinha do fim de semana, o conselho da ciência é: olhe a data de validade e beba logo. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa feita por Priscila Becker Siqueira, que acaba de concluir seu mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De acordo com o estudo, a maior quantidade de substâncias benéficas da cerveja está presente até 15 dias após a data de fabricação da bebida.
Segundo a Agência Fapesp, o trabalho de Siqueira se concentrou nas propriedades antioxidantes da cerveja, ligadas ao retardo do envelhecimento celular e à possível prevenção de doenças como problemas cardíacos e males neurodegenerativos. As principais substâncias da cerveja que fazem esse serviço são os compostos fenólicos, oriundos, no caso da bebida, do malte e do lúpulo.
Siqueira avaliou três marcas nacionais de cerveja e descobriu que elas continham cerca de 400 miligramas por litro de compostos fenólicos, contra 700 mg/l no suco de goiaba e até 2 gramas por litro no suco de uva. A pesquisadora testou as marcas de cerveja durante quatro meses, fazendo cinco análises bioquímicas diferentes a cada dez dias e avaliações de aroma e sabor.
A principal descoberta é que, até 15 dias após a data de fabricação, a cerveja perde 35% de seus compostos fenólicos. Ao longo dos seis meses seguintes (prazo médio de validade da bebida), somem mais 15% dos compostos fenólicos originais. A pesquisadora também verificou o aparecimento do famoso "gosto de papelão" -- na verdade, causado pelo aumento da concentração de um aldeído (substância da mesma família química do formol) na bebida.
Além de tudo isso, vale sempre o aviso: beber só faz bem se for com moderação.
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Ôôô Beira
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11:59
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Um dia de MERDA!!
Acha seu dia às vezes difícil?
Então leia este fato verídico.
Aeroporto Santos Dumont, 15:30.
Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.
Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.
"Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30".
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:
"Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro."
Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante:
"Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista."
Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo.
Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento.
Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele.
E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e
percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem duvida, a situação tava tensa.
Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:
"Cara, caguei.".
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
"Que se dane, me limpo no aeroporto", pensei, "Pior que isso não fico".
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade.
E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado...
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.
Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei:
"Agora chega, né?"
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela um pouco de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo.
Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte.
"Ele tinha despachado a mala com roupas". Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V". A temperatura em Miami era de aproximadamente 35
graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.
Minha cueca, joguei no lixo.
A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda.
Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar.
A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar.
Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água.
Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento,
ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: "Nada, obrigado."
Eu só queria esquecer este dia de merda.
Um dia de merda...
Luis Fernando Veríssimo (verídico)
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Ôôô Beira
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segunda-feira, 17 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
As reais diferenças entre homens e mulheres !!
APELIDOS
Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.
COMENDO FORA
Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco - logo o troco será convertido em saideiras.
Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.
FILMES
A idéia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarinho, de preferência por amor.
Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.
DINHEIRO
Um homem pagará R$2,00 por um item que vale R$1,00, mas que ele precisa.
Uma mulher pagará R$1,00 por um item que vale R$2,00, mas que ela não precisa.
CASAMENTO
Uma mulher costuma não se lembrar por que se casou com seu primeiro marido.
Um homem costuma não fazer idéia de por que sua terceira mulher se divorciou dele.
BANHEIROS
Um homem tem seis itens em seu banheiro : escova de dentes,pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
A quantidade média de itens em um banheiro tipicamente feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.
DISCUSSÕES
Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso,já é o começo de uma outra discussão.
FUTURO
Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.
MUDANÇAS
Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.
DIVIDINDO
Uma mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho que lhe dê atenção.
Um homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado artimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena.
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Ôôô Beira
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terça-feira, 11 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A Mulher Perfeita
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Michel
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12:21
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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Momento Nostalgia - Carros de Airton Sena
Animação gráfica loooucaa!!
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Ôôô Beira
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sexta-feira, 31 de agosto de 2007
E-mail Confidencial
"Minha amiga Carmem:
Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.
Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.
Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.
Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Flávio. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.
Quinta-Feira: O Flávio me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Curitiba e eu só fiz: "U-hum"... Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: "U-hum". Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: "U hum". Então ele perguntou se eu só sabia falar "U-hum" e eu respondi: "Ã-hã". Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem...ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.
Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: "Aí! Peidar até pode, mas jogar merda dentro do vagão é muita sacanagem!" Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: "Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!". Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: "Pó,dona Maria! Esse pastel tá bichado!"
Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Flávio ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram.
Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Flávio sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não> o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal.
Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Flávio ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro.
Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: "Meus olhos também estão ardendo..." Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Mas ele falou:"Mulher, pára de se cagar!".Aquilo me magoou profundamente. Pensei: Ah, que filho da puta!
Então parei com a respiração cachorrinho... Depois disso, no primeiro peido ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo.
Quatro horas depois, conseguiram nos tirar do elevador.
Depois disso, entrei no escritório e pedi minha transferência para outra cidade, de preferência outro País.
Apague este e-mail depois de ler, tá?
Sua amiga, Márcia Cristina."
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Ôôô Beira
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15:11
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quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Sessão Piadas Sem Graça
Dois portugueses estavam andando na rua quando vêem um cocô.
Quando Manuel fala:
- Olha o chocolate ali!
- Não, aquilo é um cocô!
- Então vou provar.
Ele pegou um pedacinho do cocô e botou na boca.
- É cocô!Foram embora.
Logo depois Manuel fala para o outro:
- Ainda bem que agente não pisou!
Três provas de que Jesus era francês
1.Ele nunca trocava de roupa.
2. Ele só lavava os pés.
3. Ele não falava inglês.
Eu amo a sogra e o sogro da minha mulher.
Duas crianças estavam no terceiro andar de um prédio, quando uma delas falou:
- Mais que porra é essa?
E outro, crente, respondeu dizendo:
- Não fale isso, que esta palavra é do carinha lá de baixo!!!
Então o amigo perguntou:
- Quem, o zelador?
O cara entra no consultório.
- Nossa!
-Exclama o médico
-Que aparência horrível!
- É, doutor... Eu só estou seguindo suas recomendações. . .
- Como assim?
- O senhor recomendou que, pra me curar, eu tinha que evitar a umidade, né?
- Sim, mas e daí?
- Estou 3 meses sem tomar banho!
O que as mulheres mais odeiam ouvir quando estão tendo sexo de boa qualidade?
- Querida, cheguei!
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Michel
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14:36
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sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Depilação de SACO
Depilação (versão masculina)...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em quenão se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas "partes". Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novastécnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei. Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minhamente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquermédico urologista sentindo-se como residente. Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo. Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso a zona do agrião.Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!O Sr. Pinto já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da fila"!!Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que viriam.Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica deprazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTAQUEOPARIU quase falado letra por letra.Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo. Respondi prontamente:Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!!Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos.Abri o chuveiro e foi a primeira vez que molhei o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo.Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós barba com camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos.Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinhominutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 20 graus abaixo de zero.Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução.Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer."Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos", respondi.Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!!Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana.No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados.Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado.Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.Resultado, certas coisas devem ser feitas somente nas mulheres.Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.
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CeLLa
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11:02
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Pai e filho...
O menino entra no quarto e pega o pai colocando uma camisinha.
Seu pai, muito embaraçado, tenta esconder a sua ereção e a camisinha,
abaixando-se para olhar embaixo da cama.
O menino diz:
- O que você está fazendo, papai?
O pai responde:
- Eu acho que eu vi um rato embaixo da cama.
E o menino retruca:
- E o que você vai fazer?? Comer o cú dele?
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Ôôô Beira
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09:15
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